Você sabia que o Setor Marista nem sempre teve esse nome? No início da capital, a região era apenas uma extensão do Setor Pedro Ludovico. Foi em 1962, com a instalação do Colégio Marista, que a área ao redor da escola começou a ganhar identidade própria e a atrair famílias de alto poder aquisitivo, transformando-se no que hoje conhecemos como o coração nobre da cidade.

Comodidades que Facilitam a Vida

Viver ou passear pelo Marista é ter tudo ao alcance das mãos:

Conectividade Total

A localização estratégica garante fácil acesso a qualquer ponto de Goiânia. O bairro é cortado por vias fundamentais como as Avenidas 85, 136 e Mutirão, permitindo uma mobilidade fluida para quem precisa se deslocar diariamente entre o Setor Bueno, o Setor Oeste e o Jardim Goiás.


É impossível falar do Setor Marista sem sentir o encanto da Alameda Ricardo Paranhos quando a noite cai.
Por cerca de 1,4 km, essa avenida vive como um abraço acolhedor que convida todos a viverem, conversarem, rirem e celebrarem a vida. Sua história mais recente mostra como ela se reinventou: depois de anos de pouco destaque, a partir de 2007, passou por uma revitalização urbanística e hoje é reconhecida como um dos principais pontos de encontro de Goiânia, repleta de cafés, bares, restaurantes e atividades de bem-estar.

Ao cair da noite, as luzes acesas transformam a Alameda em um palco onde cada passo vira lembrança: pessoas caminhando, famílias conversando à mesa sob as luzes delicadas, música fluindo e risos que preenchem o ar.
É lá que a cidade parece respirar fundo e dizer: “Aqui estou eu — vibrante, acolhedora, viva.”


Um lugar de encontros e histórias

O Setor Marista hoje é um lugar que mistura memória e futuro, tradição e transformação. Caminhar por suas ruas é ouvir a cidade contar seus segredos ao ouvido — histórias de encontros, cafés marcantes, primeiro olhares trocados sob as luzes da avenida, passos apressados que se tornaram passos de contemplação.

E quando a noite cai na Alameda Ricardo Paranhos, é como se as luzes acendessem dentro de cada coração que passa por ali.


Viva o Marista. Viva a Ricardo Paranhos.
São histórias que se encontram — como você, como nós, como todos que já sentiram a magia desse lugar.

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